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	<title>Oficina de Livros &#124; Blog</title>
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	<description>Blog sobre livros, literatura e produção sob demanda.</description>
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		<title>A história da Tipografia</title>
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		<pubDate>Tue, 14 May 2013 08:38:42 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
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		<title>Curiosidades do Jornal de Letras, 1949-1951</title>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2013 12:09:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oficinadelivros</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado por Livros e Afins O Jornal de Letras  foi uma publicação que teve edições de 1949 a 1993, sob e edição de José Condé e seus irmãos João Condé e Elysio Condé. Era um panomara da arte no cenário do Rio de Janeiro e também nacional. Lá, caso algum de vocês tenham o privilégio...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado por <a href="http://livroseafins.com/curiosidades-do-jornal-de-letras-1949-1951/?utm_medium=twitter&amp;utm_source=twitterfeed" target="_blank">Livros e Afins</a></p>
<p><a href="http://www.oficinadelivros.com.br/blog/?attachment_id=49082" rel="attachment wp-att-49082"><img src="http://livroseafins.cdnfacil.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1360.jpg" alt="IMG_1360" width="532" height="297" /></a></p>
<p>O <a title="Posts tagged with Jornal de Letras" href="http://livroseafins.com/tag/jornal-de-letras/" rel="tag">Jornal de Letras</a>  foi uma publicação que teve edições de 1949 a 1993, sob e edição de José Condé e seus irmãos João Condé e Elysio Condé. Era um panomara da arte no <a href="http://livroseafins.com/curiosidades-do-jornal-de-letras-1949-1951/?utm_medium=twitter&amp;utm_source=twitterfeed#" rel="nofollow">cenário</a> do <a href="http://livroseafins.com/curiosidades-do-jornal-de-letras-1949-1951/?utm_medium=twitter&amp;utm_source=twitterfeed#" rel="nofollow">Rio</a> de Janeiro e também nacional. Lá, caso algum de vocês tenham o privilégio de ver algum dia <em>in loco</em>um exemplar do periódico, poderão ver o cotidiano da vida artística de grandes vultos das artes e da literatura. Era também um pouco de revista de fofoca dos artistas, mostrando cenas do dia-a-dia da<a href="http://livroseafins.com/curiosidades-do-jornal-de-letras-1949-1951/?utm_medium=twitter&amp;utm_source=twitterfeed#" rel="nofollow">cidade</a>, rotina de lanches na <a title="Posts tagged with academia brasileira de letras" href="http://livroseafins.com/tag/academia-brasileira-de-letras/" rel="tag">Academia Brasileira de Letras</a>, opiniões, picuinhas artísticas, publicidade relacionada. Aliás, a publicidade é uma <a href="http://livroseafins.com/curiosidades-do-jornal-de-letras-1949-1951/?utm_medium=twitter&amp;utm_source=twitterfeed#" rel="nofollow">diversão</a> à parte.</p>
<p>Como eu tive o privilégio de trabalhar pesquisando uma encadernação das edições do ano de 1949 a 1951, vou mostrar umas degustações interessantes. São fotos feitas com celular e sem iluminação adequada, portanto, contentem-se e não chiliquem muito pela qualidade das imagens.</p>
<p>Lendo o conteúdo delas, vocês terão uma boa ideia de quão <a href="http://livroseafins.com/curiosidades-do-jornal-de-letras-1949-1951/?utm_medium=twitter&amp;utm_source=twitterfeed#" rel="nofollow">divertidas</a> são as matérias, se bem que, algumas com altíssimo conteúdo político e ativista, naturalmente para uma publicação desse tipo.</p>
<p>Vejamos…</p>
<h3>Abaixo,  registro de uma cena do cotidiano com uma figura bem ilustre</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.oficinadelivros.com.br/blog/?attachment_id=49080" rel="attachment wp-att-49080"><img src="http://livroseafins.cdnfacil.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1357.jpg" alt="IMG_1357" width="553" height="737" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3> Publicidade mostrando desde sempre o quão importante as bibliotecas são</h3>
<p><a href="http://www.oficinadelivros.com.br/blog/?attachment_id=49084" rel="attachment wp-att-49084"><img src="http://livroseafins.cdnfacil.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1363.jpg" alt="IMG_1363" width="538" height="717" /></a></p>
<p><a href="http://www.oficinadelivros.com.br/blog/?attachment_id=49086" rel="attachment wp-att-49086"><img src="http://livroseafins.cdnfacil.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1364.jpg" alt="IMG_1364" width="538" height="717" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>  Reconhecem este senhor simpático? Pois é, Cândido Portinari em Veneza</h3>
<p><a href="http://www.oficinadelivros.com.br/blog/?attachment_id=49088" rel="attachment wp-att-49088"><img src="http://livroseafins.cdnfacil.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1372.jpg" alt="IMG_1372" width="538" height="717" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.oficinadelivros.com.br/blog/?attachment_id=49089" rel="attachment wp-att-49089"><img src="http://livroseafins.cdnfacil.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1371.jpg" alt="IMG_1371" width="538" height="404" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Ranking dos escritores</h3>
<p><a href="http://www.oficinadelivros.com.br/blog/?attachment_id=49095" rel="attachment wp-att-49095"><img src="http://livroseafins.cdnfacil.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1374.jpg" alt="IMG_1374" width="553" height="415" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Preocupação com a educação neste país desde sempre</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.oficinadelivros.com.br/blog/?attachment_id=49098" rel="attachment wp-att-49098"><img src="http://livroseafins.cdnfacil.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1377.jpg" alt="IMG_1377" width="553" height="415" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Mulheres sempre batalhando por inserção</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.oficinadelivros.com.br/blog/?attachment_id=49100" rel="attachment wp-att-49100"><img src="http://livroseafins.cdnfacil.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1367.jpg" alt="IMG_1367" width="553" height="737" /></a></p>
<p><a href="http://www.oficinadelivros.com.br/blog/?attachment_id=49101" rel="attachment wp-att-49101"><img src="http://livroseafins.cdnfacil.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1368.jpg" alt="IMG_1368" width="553" height="478" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3> Curiosidades sobre autógrafos</h3>
<p><a href="http://www.oficinadelivros.com.br/blog/?attachment_id=49103" rel="attachment wp-att-49103"><img src="http://livroseafins.cdnfacil.com.br/wp-content/uploads/2013/03/IMG_1378.jpg" alt="IMG_1378" width="553" height="415" /></a></p>
<h3> Editor</h3>
<p><a href="http://www.oficinadelivros.com.br/blog/?attachment_id=49105" rel="attachment wp-att-49105"><img src="http://livroseafins.cdnfacil.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Nota-jornal-de-letras.jpg" alt="Nota jornal de letras" width="538" height="717" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É isso aí! Há muitas curiosidades e informações sobre arte e literatura nas edições do periódico. Cada vez que se lê, fica sempre um gostinho de quero mais e uma sensação de que “aquele tempo era melhor”.</p>
<p>Gostaram? Eu adorei! <img src='http://www.oficinadelivros.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p><em>Fonte: as imagens são extraídas de exemplar do acervo do Supremo Tribunal Federal de obras doadas da coleção Levi Carneiro.</em></p>
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		<title>Fim do trema, sucesso da @ &#8211; Zuenir Ventura</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Apr 2013 11:52:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oficinadelivros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>

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		<description><![CDATA[O trema está desaparecendo; aliás, oficialmente já desapareceu. A arroba está no auge de sua popularidade Achei engraçadinhas as histórias antagônicas desses dois sinais gráficos. Um, o trema, está desaparecendo; aliás, oficialmente já desapareceu. O outro, a arroba, está no auge de sua popularidade. Do primeiro recebi, enviado por um amigo, uma sentida despedida. &#8220;Você...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oficinadelivros.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/04/z-zuenirventura.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4140" title="z zuenirventura" src="http://www.oficinadelivros.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/04/z-zuenirventura-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><strong>O trema está desaparecendo; aliás, oficialmente já desapareceu. A arroba está no auge de sua popularidade</strong><br />
<strong>Achei engraçadinhas as histórias antagônicas desses dois sinais gráficos. Um, o trema, está desaparecendo; aliás, oficialmente já desapareceu. O outro, a arroba, está no auge de sua popularidade. Do primeiro recebi, enviado por um amigo, uma sentida despedida. &#8220;Você pode nunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nos aqüíferos, nas lingüiças, por mais de 450 anos.Fui expulso pra sempre do dicionário.&#8221; Suas queixas não poupam o cedilha, que teria sido a favor de sua expulsão &#8211; &#8220;aquele Ç cagão que fica se passando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra&#8221;. E um conformado desabafo: &#8220;A verdade é que estou fora de moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K e o W, &#8216;kkk&#8217; pra cá, &#8216;www&#8217; pra lá.&#8221;</strong></p>
<p><strong>O estranho é não haver referência à arroba, muito mais em voga do que as letras citadas. Calcula-se que a @ &#8211; esse a com uma perna esticada fazendo um quase círculo &#8211; anda hoje em três bilhões de endereços eletrônicos, o que ainda é pouco, considerando que não é possível passar um e-mail sem ela. Antes, apenas como medida, ainda tinha alguma utilidade, pelo menos para comerciantes e estivadores dos armazéns dos cais do porto, já que servia para indicar a unidade de peso equivalente a 15 quilos.</strong></p>
<p><strong>É curiosa a vertiginosa carreira de sucesso da @, que nem existia nas primeiras máquinas de escrever. Conta-se que foi em 1971, graças ao engenheiro americano Ray Tomlinson, que ela começou a ganhar destaque, e por acaso.Encarregado do projeto que seria o precursor da internet, Ray precisava de um símbolo que ligasse o usuário do correio eletrônico ao domínio. Aí, olhando para um teclado, caiu de amores pela @, depois que seu coração balançou entre o ponto de exclamação e a vírgula.</strong></p>
<p><strong>A partir dos anos 90, com a massificação da internet, a arroba passou a ser provavelmente o símbolo gráfico mais popular do universo. Os emails podem viver sem tremas, sem pontos de exclamação, de interrogação, til, cedilha, reticências, mas nunca sem aquele sinalzinho que aparece em cima do 2 e precisa ser acionado apertando-se a tecla Shift. E mais: além de popularidade, ganhou prestígio. Em 2010, o Museu de Arte Moderna de Nova York adquiriu o símbolo @ para a sua coleção de design. &#8220;Uma aquisição que nos deixa orgulhosos&#8221;, anunciou o MoMA em seu site. Agora mesmo é que a @ está se achando.</strong></p>
<p>Fonte: O Globo</p>
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		<title>Na berlinda, bibliotecas se reinventam no Brasil e no mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Apr 2013 10:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oficinadelivros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Publicado por BBC Brasil A futura biblioteca de Aarhus, na Dinamarca, será parte de um complexo multiuso e tecnológico Reduções nas verbas, perda de protagonismo do livro para mídias digitais e, em muitos casos, declínio no número de visitantes. O cenário atual é preocupante para bibliotecas públicas de todo o...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado por <a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/01/130122_bibliotecas_1_tendencias_pai.shtml" target="_blank">BBC Brasil</a></p>
<div>
<div>
<p><img src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2013/01/22/130122122743_biblioteca_aarhus_512x288_urbanmediaspace.dk.jpg" alt="Futura biblioteca de Aarhus, na Dinamarca" width="512" height="288" /></p>
<p>A futura biblioteca de Aarhus, na Dinamarca, será parte de um complexo multiuso e tecnológico</p>
</div>
</div>
<p>Reduções nas verbas, perda de protagonismo do livro para mídias digitais e, em muitos casos, declínio no número de visitantes. O cenário atual é preocupante para bibliotecas públicas de todo o mundo, mas muitas estão aproveitando o momento para se revitalizar, embarcar em novos formatos e em novas tendências urbanísticas.</p>
<p>O objetivo é atrair antigos e novos visitantes e, em muitos casos, virar um centro de referência sociocultural, em vez de apenas um local de leitura.</p>
<div>
<p> Na Dinamarca, a futura biblioteca de Aarhus será parte de um grande complexo urbano, inserido nos planos de revitalização da baía da cidade.</p>
<div> O complexo, a ser concluído em 2015, vai incluir repartições públicas, espaços para shows, cursos e reuniões, áreas para serem alugadas à iniciativa privada e um café com vista para a baía. Móveis modulados permitirão que as salas da biblioteca sejam usadas para diferentes propósitos ao longo dos anos, de acordo com a demanda dos usuários.</div>
</div>
<p>&#8220;É muito mais do que uma coleção de livros&#8221;, diz à BBC Brasil Marie Ostergard, gerente do projeto. &#8220;É um local de experiências e serviços. Notamos que precisávamos dar mais espaço para as pessoas fazerem suas próprias atividades ou para se encontrar.&#8221;</p>
<h2>Manguinhos e Carandiru</h2>
<p>Aarhus resume as ambições da nova biblioteca – que incorpora novas mídias, cria espaços multiuso em constante transformação, é parte de um plano urbanístico transformador e almeja fomentar novas pesquisas e ideias.</p>
<p>Mas há exemplos semelhantes em todo o mundo, da Ásia e Oceania à América Latina, inclusive no Brasil.</p>
<p>Aqui, novas tendências inspiraram a construção de bibliotecas como a de Manguinhos, na zona Norte do Rio, para atender um complexo de 16 favelas com um acervo de 27 mil títulos, além de salas para cursos gratuitos, para reuniões comunitárias e para projetos multimídia. Um café e um cineteatro devem ser inaugurados neste semestre.</p>
<div>
<div>
<p><img src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2013/01/22/130122123427_biblioteca_manguinhos_304x304_secculturarj.jpg" alt="" width="304" height="304" /></p>
<p>A biblioteca-parque de Manguinhos é mais do que um espaço de leitura, dizem responsáveis</p>
</div>
</div>
<p>A iniciativa, repetida em outras áreas do Rio, é parte do projeto biblioteca-parque, copiado de Medellín, na Colômbia.</p>
<p>Na cidade colombiana, áreas carentes receberam grandes bibliotecas que servem para conectar outros espaços públicos e oferecer também cinema, cursos, shows de música.</p>
<p>De volta ao Brasil, exemplo semelhante é visto também na Biblioteca de São Paulo, erguida junto ao Parque da Juventude, na área do antigo presídio do Carandiru (zona Norte).</p>
<p>&#8220;É uma retomada da função da biblioteca, antes vista como um lugar muito elitizado ou como um mero depósito sucateado de livros&#8221;, opina à BBC Brasil Adriana Ferrari, coordenadora da unidade de bibliotecas da Secretaria da Cultura paulista.</p>
<h2>Acervo e futuro</h2>
<p>Mudar a forma de se relacionar com o público significa também mudar o acervo, incorporando DVDs, games e, é claro, e-books e leitores digitais, como o Kindle.</p>
<p>Para aumentar o apelo ao público, em especial o mais jovem, as bibliotecas também têm ampliado seu acervo de best-sellers, indo além dos livros clássicos – algo que pode incomodar os mais ortodoxos.</p>
<p>Para Ferrari, porém, oferecer best-sellers e uma agenda cultural intensa é essencial nas novas bibliotecas. &#8220;Tem que ter novidade todo dia e aproveitar as ondas&#8221;, diz ela.</p>
<p>Isso inclui promover os livros da série <em>Crepúsculo</em>, por exemplo, &#8220;sem fazer juízo de valor&#8221; sobre a qualidade da obra. &#8220;Aos poucos, a qualificação desse leitor vai acontecendo.&#8221;</p>
<p>Na opinião de Antonio Miranda, professor da Universidade de Brasília e consultor na criação de bibliotecas, o futuro reserva três tipos de modelos para as bibliotecas: a patrimonial, com acervo sobretudo histórico e clássico; a híbrida, que mescla o acervo antigo ao de novas mídias; e a sem livros &#8211; totalmente digitalizada e focada, por exemplo, no ensino à distância.</p>
<h2>EUA</h2>
<div>
<div>
<p><img src="http://wscdn.bbc.co.uk/worldservice/assets/images/2013/01/22/130122122523_biblioteca_medellin_304x171_albeiror24wikicommons.jpg" alt="Biblioteca de Medellín" width="304" height="171" /></p>
<p>Erguida em área carente, biblioteca de Medellín inspirou modelo usado no Brasil</p>
</div>
</div>
<p>Nos EUA, tem aumentado o número de bibliotecas que oferecem mais best-sellers e criam ambientes semelhantes ao de livrarias, com cafés, <em>vending machines</em>, aluguel de salas para reuniões e espaços que não exigem silêncio dos visitantes.</p>
<p>Reportagem do <em>New York Times</em> relata que muitas bibliotecas estão preenchendo o vazio deixado pelo fechamento de livrarias no país.</p>
<p>Apesar disso, trata-se de um momento de crise para o setor. Relatório da Associação de Bibliotecas da América (ALA, na sigla em inglês) cita cortes &#8220;draconianos&#8221; nas verbas estatais para as bibliotecas e disputas com editoras envolvendo o empréstimo de e-books.</p>
<p>Sem dinheiro, a Filadélfia, por exemplo, suspendeu uma grande reforma que planejava para sua biblioteca pública e quer buscar apoio privado, bem como cobrar usuários pela oferta de &#8220;serviços premium&#8221;.</p>
<p>Mas seu plano contempla também as novas tendências bibliotecárias: aumentar a presença virtual, adaptar seu espaço a novas demandas e engajar visitantes com projetos de alfabetização e empreendedorismo.</p>
<p>&#8220;A biblioteca do futuro pode ser um centro de criatividade, para a criação de aplicativos virtuais e promoção de mudanças na comunidade&#8221;, afirma à BBC Brasil Maureen Sullivan, presidente da ALA.</p>
<p>&#8220;O novo conceito é o de ser um espaço de produção de conhecimento e cultura fora do ambiente acadêmico&#8221;, opina Vera Saboya, superintendente de leitura do Estado do Rio, responsável pela biblioteca de Manguinhos.</p>
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		<title>Graciliano e os originais de &#8216;Memórias do Cárcere&#8217;</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Apr 2013 12:54:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oficinadelivros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Em 20 de março de 1953, portanto há 60 anos, morria o escritor Graciliano Ramos, autor que será homenageado pela Feira Literária Internacional de Paraty (FLIP) deste ano. A Fundação Casa de Rui Barbosa tem em seu acervo, na coleção papéis avulsos, o original datilografado e manuscrito, de &#8220;Memórias...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img title="Fotos de Cláudia Altschuller" src="http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2013/03/112_2047-gracilianooriginais.jpg" alt="" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 20 de março de 1953, portanto há 60 anos, morria o escritor Graciliano Ramos, autor que será homenageado pela Feira Literária Internacional de Paraty (FLIP) deste ano.</p>
<p>A Fundação Casa de Rui Barbosa tem em seu acervo, na coleção papéis avulsos, o original datilografado e manuscrito, de &#8220;Memórias do Cárcere&#8221;. O livro foi doado por Plínio Doyle em 11 de março de 1981.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2013/03/112_2048-gracilianooriginais1.jpg" alt="" /></p>
<div></div>
<p>Publicado por <a href="http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/posts/2013/03/20/graciliano-os-originais-de-memorias-do-carcere-490513.asp" target="_blank">Blog do Ancelmo</a></p>
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		<title>Por que o Dia Internacional do Livro Infantil é em 2 de abril?</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 00:49:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oficinadelivros</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado por Terra Educação Saiba as origens da literatura infantil e veja como chegamos a Chapeuzinho amarelo e lobo do bem Dia 2 de abril é o Dia Internacional do Livro Infantil. Cumprindo a missão de introduzir as crianças aos encantamentos das letras, essas obras servem também para transmitir juízos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado por <a href="http://noticias.terra.com.br/educacao/voce-sabia/por-que-o-dia-internacional-do-livro-infantil-e-em-2-de-abril,73aa14ef01bcd310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html" target="_blank">Terra Educação</a></p>
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<h2>Saiba as origens da literatura infantil e veja como chegamos a Chapeuzinho amarelo e lobo do bem</h2>
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<p>Dia 2 de abril é o Dia Internacional do Livro Infantil. Cumprindo a missão de introduzir as crianças aos encantamentos das letras, essas obras servem também para transmitir juízos de moral e valores da sociedade em que se inserem. Por isso, tantas adaptações de diversos clássicos já foram feitas. Na primeira, por exemplo, Chapeuzinho Vermelho acabava na barriga do lobo, devorada, assim como sua vovozinha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure><img title="Dia 2 de abril foi escolhido como o Dia Internacional do Livro Infantil em homenagem ao nascimento de Hans Christian Andersen Foto: Getty Images" src="http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/195/260/images.terra.com/2013/04/02/01hans-christian-andersen-getty.jpg" alt="Dia 2 de abril foi escolhido como o Dia Internacional do Livro Infantil em homenagem ao nascimento de Hans Christian Andersen Foto: Getty Images" width="195" height="260" /><br />
<figcaption>Dia 2 de abril foi escolhido como o Dia Internacional do Livro Infantil em homenagem ao nascimento de Hans Christian Andersen</figcaption>
<p><small>Foto: Getty Images</small></figure>
<p>O dia 2 de abril foi escolhido em homenagem ao nascimento de Hans Christian Andersen, em 1805. O escritor dinamarquês é considerado o primeiro autor a romancear as fábulas voltadas especialmente para crianças. Assim como as histórias antigas, Andersen também se preocupava com a transmissão de moral e valores, ressaltando a disputa entre poderosos e figuras mais fracas. Calcula-se que o dinamarquês tenha escrito mais de 150 histórias, entre elas <em>O Patinho Feio</em>, <em>A Pequena Sereia</em>, <em>A Roupa Nova do Rei</em> e <em>A Polegarzinha</em>.&nbsp;</p>
<p>No Brasil, grandes nomes como Monteiro Lobato, Ana Maria Machado, Lygia Bojunga, Ruth Rocha, Ziraldo e Bartolomeu Campos de Queirós são responsáveis, ao lado de tantos outros, pelo gosto de muitas crianças pelo mundo dos livros. Por aqui, contudo, <a href="http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/monteiro-lobato/" target="_blank">celebramos em 18 de abril o Dia Nacional do Livro Infantil</a>. A data lembra o nascimento de Monteiro Lobato, o pai do gênero no País. Além de suas obras, o autor também traduziu e adaptou clássicos mundiais como <em>Alice no País das Maravilhas</em> e <em>Robin Hood</em>.</p>
<p>As escolas também têm um papel importante nessa jornada. É lá que os pequenos têm o primeiro contato com muitos livros e histórias, ampliando as percepções e impressões de mundo. Contudo, Edna Bueno, especializada em Literatura Infantil e Juvenil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), enxerga falhas na atuação dos colégios. &#8220;Considero que um bom trabalho com a literatura é oferecer um cardápio variado de livros para que a criança faça sua escolha. É preciso experimentar e sentir-se livre. Não acho uma boa ideia usar a leitura de livros para nota&#8221;, critica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure><img title="Charles Perrault é considerado o Pai da Literatura Infantil Foto: Getty Images" src="http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/195/260/images.terra.com/2013/04/02/04charles-perrault-getty.jpg" alt="Charles Perrault é considerado o Pai da Literatura Infantil Foto: Getty Images" width="195" height="260" /><br />
<figcaption>Charles Perrault é considerado o Pai da Literatura Infantil</figcaption>
<p><small>Foto: Getty Images</small></figure>
<p><strong>Era uma vez&#8230;</strong><br />
Era uma vez um francês que nasceu em Paris em 1628. De todos os muitos franceses nascidos em Paris em 1628, esse tinha algo especial: poeta e escritor, veio a ser reconhecido como o Pai da Literatura Infantil. Charles Perrault também foi advogado e exerceu algumas atividades como superintendente do Rei Luís XIV, mas isso é menos interessante. O que realmente importa em sua vida são suas obras literárias.&nbsp;</p>
<p>Tudo começou quando, já idoso, resolveu registrar as histórias que ouvia de sua mãe e também nos salões parisienses. Absorvendo e transcrevendo esses relatos, criou o gênero do conto de fadas. Essa compilação de histórias folclóricas foi publicada em 1697 com o título de<em>Histórias ou contos do tempo passado com moralidades</em>, mas ficou célebre com seu subtítulo <em>Contos da mamãe gansa</em>. Na obra estão as famosas histórias <em>Chapeuzinho Vermelho</em>, <em>A Bela Adormecida</em>, <em>O Pequeno Polegar</em>, <em>Cinderela</em>, <em>Barba Azul</em> e <em>O Gato de Botas</em>, entre outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure><img title="Primeiras fábulas de Jean de La Fontaine foram publicadas em 1668 Foto: Getty Images" src="http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/195/260/images.terra.com/2013/04/02/03jean-de-la-fontaine-getty.jpg" alt="Primeiras fábulas de Jean de La Fontaine foram publicadas em 1668 Foto: Getty Images" width="195" height="260" /><br />
<figcaption>Primeiras fábulas de Jean de La Fontaine foram publicadas em 1668</figcaption>
<p><small>Foto: Getty Images</small></figure>
<p><strong>Antes dos contos de fadas</strong><br />
Ainda antes das histórias de fadas já existiam os contos. O pai desse gênero é outro francês, mas este nascido fora de Paris e sete anos antes, em 1621. Assim como Perrault, Jean de La Fontaine também atuou em funções burocráticas (inspetor de águas, por exemplo, cargo herdado do pai), mas foi no mundo das letras que se realizou.&nbsp;</p>
<p>Suas primeiras fábulas foram publicadas em 1668, em um volume intitulado <em>Fábulas Escolhidas</em>, uma coletânea de 124 histórias. Com o tempo, novas edições foram lançadas e novos contos, acrescentados. Os mais famosos são <em>A Lebre e a Tartaruga</em>, <em>O Homem, O Menino e a Mula</em>, <em>O Leão e o Rato</em> e <em>O Carvalho e o Caniço</em>, todas envolvendo personagens animais e trazendo um fundo moral. Algumas das obras são creditadas ao grego antigo Esopo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure><img title="Irmãos Grimm dedicaram a vida ao registro das memórias e lendas populares da Alemanha Foto: Getty Images" src="http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/195/260/images.terra.com/2013/04/02/02irmaos-grimm-getty.jpg" alt="Irmãos Grimm dedicaram a vida ao registro das memórias e lendas populares da Alemanha Foto: Getty Images" width="195" height="260" /><br />
<figcaption>Irmãos Grimm dedicaram a vida ao registro das memórias e lendas populares da Alemanha</figcaption>
<p><small>Foto: Getty Images</small></figure>
<p><strong>E os Irmãos Grimm?</strong><br />
Na história da literatura, os irmãos alemães Jacob e Wilhelm Grimm são tão importantes quanto os franceses. Eles dedicaram a vida ao registro das memórias e lendas populares da Alemanha, que até então eram transmitidas somente por via oral. Porém, quando contadas, essas histórias nem sempre eram voltadas para o público infantil. Coube aos Grimm alterar (ou descartar) aquelas que não passavam uma mensagem positiva ao final. Clássicos como<em>Chapeuzinho Vermelho</em>, <em>Cinderela</em>, <em>Rapunzel</em>, <em>Bela Adormecida</em> e <em>João e Maria</em> foram adaptados por eles.&nbsp;</p>
<p>O que poucos sabem é que, além da compilação dessas histórias infantis, eles também fizeram significativas contribuições à gramática alemã: elaboraram, conjuntamente, o <em>Grande Dicionário da Língua Alemã</em>, primeiramente publicado em 1854.</p>
<p>Em 2005, eles foram parar no cinema com o filme <em>Os Irmãos Grimm</em>, que misturou um pouco da história dos irmãos com o mundo fantástico das histórias exploradas por eles.</p>
<p><strong>Mas que boca grande, vovozinha!</strong></p>
<p>Amplamente difundida, provavelmente toda criança ocidental já ouviu a história de<em>Chapeuzinho Vermelho</em>: uma menina vestida com capa vermelha atravessa a floresta para levar uma cesta de doces para sua avó, que está doente. Na floresta, ao chegar a uma bifurcação, ela tem de escolher entre um caminho longo e seguro ou um curto e perigoso. Chapeuzinho escolhe o segundo e, assim, encontra um lobo, que a aconselha a voltar e tomar o outro caminho. A menina segue o conselho e, enquanto isso, o lobo corre até a casa da avó, a devora, veste suas roupas e aguarda a chegada de Chapeuzinho. Quando a menina chega, eles trocam o célebre diálogo onde ela estranha a aparência da avó. Quando Chapeuzinho pergunta sobre a boca da vovozinha, o animal mostra quem realmente é e a devora também. Fim.</p>
<p>Sim, acabou. A história original, de Charles Perrault, acaba com a vovozinha e Chapeuzinho Vermelho devoradas pelo Lobo Mau. Foram os Irmãos Grimm que introduziram o caçador no conto, que mata o animal e abre sua barriga para retirar as duas com vida lá de dentro. Uma versão ainda mais leve conta que o lobo prende a avó em um armário enquanto espera a Chapeuzinho.</p>
<p><strong>Chapeuzinho amarelo?</strong></p>
<p>Além de serem devoradas pelo Lobo Mau ou salvas no último minuto pelo caçador, Chapeuzinho Vermelho e sua vovozinha também ganharam diversas outras versões: Andrew Lang, escritor escocês, substituiu o vermelho por dourado e disse que a menina, na verdade, foi salva pelo capuz de ouro que usava, que queimou a boca do lobo. Os brasileiros Guimarães Rosa, Dalton Trevisan e Maurício de Sousa também criaram versões do clássico. Chico Buarque escreveu <em>Chapeuzinho Amarelo</em>, releitura sem avó ou caçador, mas com uma Chapeuzinho que tem medo do medo. Ao fim, o medo vira companheiro e o lobo, bolo. Até lobo do bem já foi inventado. Deonísio da Silva recontou a história invertendo papeis: um lobo que não é mau e um caçador que não é herói. A versão moderna propõe a discussão de relações familiares e respeito às pessoas e aos animais.</p>
<p><strong>Era uma vez, no Brasil&#8230;</strong></p>
<p>O nascimento da literatura infantil brasileira se deu em um duelo de xadrez entre Monteiro Lobato e Toledo Malta. Durante a partida, Malta contou uma fábula na qual um peixe sai do mar, desaprende a nadar e, ao retornar às águas, morre afogado. Lobato perdeu a partida, mas o Brasil ganhou muitas boas histórias: a partir do relato do amigo, escreveu <em>A História do Peixinho que Morreu Afogado</em>, conto que originou <em>A Menina do Narizinho Arrebitado</em>, lançado em 1920. A obra deu início ao gênero no País e é também o princípio das histórias do <em>Sítio do Pica-Pau Amarelo</em>. Edna Bueno, especialista em literatura infantil, define: &#8220;Monteiro Lobato inaugurou uma literatura infantil preocupada com uma linguagem própria para as crianças, antenada com seu universo; não um olhar de cima para baixo, mas um olho no olho&#8221;.</p>
<p>O Brasil tem diversos outros autores célebres na área, destacando-se Ana Maria Machado, Lygia Bojunga, Ruth Rocha, Ziraldo, Bartolomeu Campos de Queirós, Tatiana Belink, Cecília Meireles, Pedro Bandeira e Mary França, entre incontáveis outros nomes relevantes.</p>
<p><strong>As brasileiras premiadas</strong></p>
<p>A literatura infantil tem uma espécie de &#8220;Prêmio Nobel&#8221;: é o troféu Hans Christian Andersen, concedido a cada dois anos para os destaques do gênero pela International Board on Books for Young People, órgão filiado à Unesco, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. A primeira edição do prêmio foi em 1956, e Eleanor Farjeon, escritora britânica, foi a agraciada.</p>
<p>Somente em 1982 o troféu saiu do eixo Europa-Estados Unidos, premiando a brasileira Lygia Bojunga. Ela é considerada uma espécie de sucessora de Monteiro Lobato. Em 2000, Ana Maria Machado repetiu o feito e trouxe o troféu mais uma vez para o Brasil. Na próxima premiação, em 2014, concorrerão os brasileiros Joel Rufino dos Santos (escritor) e Roger Mello (ilustrador).</p>
</div>
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		<title>A verdadeira história de Shrek</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Mar 2013 11:19:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oficinadelivros</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Shrek vivia na França e foi conhecido como Maurice Tillet. Nasceu em 1903, era um homem muito inteligente, que falava 14 idiomas, além de ser um exímio poeta e ator.Quando chegou à juventude, Maurice começou a desenvolver uma doença rara, chamada acromegalia. Esta doença causa um crescimento exagerado e incontrolável...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oficinadelivros.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/03/000-sherek1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4120" title="000 sherek" src="http://www.oficinadelivros.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/03/000-sherek1.jpg" alt="" width="400" height="273" /></a><a href="http://www.oficinadelivros.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/03/000-sherek.jpg"><br />
</a></p>
<p><strong>Shrek vivia na França e foi conhecido como Maurice Tillet. Nasceu em 1903, era um homem muito inteligente, que falava 14 idiomas, além de ser um exímio poeta e ator.Quando chegou à juventude, Maurice começou a desenvolver uma doença rara, chamada acromegalia. Esta doença causa um crescimento exagerado e incontrolável de partes do corpo. Em pouco tempo, todo o seu corpo se desfigurou de uma maneira muito peculiar. Na verdade, esta “transformação” afetou profundamente os aspectos psicológicos da personalidade de Tillet, que sofreu os horrores de começar a transformar-se de uma maneira grotesca, apesar de por dentro continuar a ser um gentleman super inteligente. A sua forma gerava tanto preconceito que Tillet começou a ser expulso dos lugares que freqüentava e onde antes era bem recebido. Não podendo lutar contra a doença, Maurice começou a adaptar-se a ela, adquirindo um rol de comportamentos mais adequados à sua grotesca aparência. Tillet tirou proveito das suas aptidões como ator. Foi para os EUA e tornou-se um profissional da Luta livre tendo adaptado o nome (e comportamento teatral) do “Assustador ogro do ringue”, cuja personagem (chamada “o anjo francês do ringue”) adquiriu fama imediata nas platéias. Com o avançar da doença, Tillet acabou por se tornar um recluso, embora ainda tivesse alguns amigos. Um deles foi o empresário Patrick Kelly, que visitava Tillet para jogarem partidas de xadrez. No ano de 1954, aos 51 anos, Tillet morre de problemas cardíacos. Um de seus poucos amigos, Bobby Managain, um antigo campeão da luta livre, estava a seu lado no dia em que ele se foi. Antes que Tillet morresse, Bobby pediu-lhe se poderia fazer um lifecast (uma máscara mortuária, uma prática comum até o século XIX e que com o tempo saiu de moda, mantendo-se hoje apenas no campo dos efeitos especiais), Tillet concordou e assim, após a sua morte, Bobby fez três cópias da cabeça de Tillet em gesso. Uma delas foi parar ao Museu Barbell de York. Outra das máscaras ficou no escritório de Patrick Kelly e a última foi oferecida por ele para o Museu Internacional da Luta Livre, em Iowa. Posteriormente, uma das máscaras foi duplicada e foi parar ao Museu Internacional da ciência cirúrgica em Chicago. Uma outra réplica da máscara mortuária de Maurice Tillet foi parar no Hall of Fame do York Barbell Building. A réplica de Tillet serviu para mostrar os primórdios das formas da luta livre moderna e do halterofilismo. Foi esta réplica que serviu de modelo para a construção de Shrek. O corpo de Shrek, bem como sua cabeça, foram criados tomando como referência as formas de Tillet.</strong></p>
<p>(Fonte: imagens Históricas)</p>
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		<title>Ditados populares que a gente fala errado</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Mar 2013 10:22:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oficinadelivros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>

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		<description><![CDATA[CURIOSIDADES: Ditados populares que a gente fala errado (e às vezes nem entende o sentido)&#8230; na pressa, as pessoas foram comendo as palavras, pronunciando errado. 1) No popular se diz: &#8216;Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro&#8217; (coisa de mineiro) . Correto: &#8216;Esse menino não pára quieto,...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.oficinadelivros.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/02/000-ditados-populares.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-4091" title="000 ditados populares" src="http://www.oficinadelivros.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/02/000-ditados-populares-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>CURIOSIDADES:</p>
<p>Ditados populares que a gente fala errado (e às vezes nem entende o sentido)&#8230; na pressa, as pessoas foram comendo as palavras, pronunciando errado.</p>
<p>1) No popular se diz: &#8216;Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro&#8217; (coisa de mineiro) .</p>
<p>Correto: &#8216;Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro&#8217;</p>
<p>2) Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.&#8217;</p>
<p>Enquanto o correto é: &#8216; Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.&#8217;</p>
<p>3) Cor de burro quando foge.&#8217;</p>
<p>O correto é: &#8216;Corro de burro quando foge!&#8217;</p>
<p>4) Outro que no popular todo mundo erra: &#8216;Quem tem boca vai a Roma.&#8217;</p>
<p>O correto é: Quem tem boca vaia Roma.&#8217; (isso mesmo, do verbo vaiar).</p>
<p>Outro que todo mundo diz errado,</p>
<p>5) Cuspido e escarrado&#8217; -quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa.</p>
<p>O correto é: &#8216;Esculpido em Carrara.&#8217; (Carrara, Itália, onde se considera haver o mais perfeito mármore)</p>
<p>6) Mais um famoso&#8230; &#8216;Quem não tem cão, caça com gato.&#8217;</p>
<p>O correto é: &#8216;Quem não tem cão, caça como gato&#8217;&#8230; ou seja, sozinho</p>
<p>Fonte:-amigos do livro</p>
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		<title>Feiras de Livros Usados são tradição em Aracaju e garantia de economia</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 11:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oficinadelivros</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[Reutilização de livros garante renda para os donos do material. Economia pode chegar a 50% do valor em livrarias. A reutilização de livros usados se tornou uma forma de garantir renda para os donos do material e para quem faz o intermédio da venda. Além disso, ainda reduz os custos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reutilização de livros garante renda para os donos do material.<br />
Economia pode chegar a 50% do valor em livrarias.</p>
<p>A reutilização de livros usados se tornou uma forma de garantir renda para os donos do material e para quem faz o intermédio da venda. Além disso, ainda reduz os custos com a lista de material escolar e preserva o meio ambiente. Há 15 anos Mércia Vieira da Silva Cunha criou a feira de livros usados no Conjunto Santa Lúcia no bairro Jabotiana em<a href="http://g1.globo.com/se/sergipe/cidade/aracaju.html">Aracaju</a>, <a href="http://g1.globo.com/topico/sergipe.html">Sergipe</a>, e com isso já ajudou muita gente a economizar cerca de 50% do valor que seria pago em livrarias.</p>
<div><img title="Mércia consegue renda extra com a revenda de livros há 15 anos (Foto: Marina Fontenele/G1 SE)" src="http://s2.glbimg.com/fPoSq-BNxCNxFKpkSc_5jArBWv00_jQ3pNAqczvDgYtIoz-HdGixxa_8qOZvMp3w/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/01/07/dsc_1311.jpg" alt="Mércia consegue renda extra com a revenda de livros há 15 anos (Foto: Marina Fontenele/G1 SE)" width="300" height="225" /></div>
<div></div>
<div><strong>Mércia consegue renda extra com a revenda de<br />
livros há 15 anos </strong></div>
<p>Ela começou pedindo livros dos vizinhos para serem reaproveitados pelos filhos dela. “Percebi que eles também tinham essa necessidade de economizar e ganhar dinheiro com a revenda, assim ninguém sai perdendo”, afirma Mércia que espera revender mais de 1,5 mil livros escolares.</p>
<p>A feira ‘A pioneira’ funciona em horário comercial de segunda-feira a sábado até o dia 22 de março. Os interessados em repassar o material deixam os livros e pode pegá-los de volta no fim da feira. O dinheiro pode ser repassado conforme os itens vendidos. Os livros que não são resgatados são doados para instituições filantrópicas.</p>
<p>“A economia é a base da prosperidade. Na minha família tem muitas crianças na escola e eles vão passando os livros uns para os outros e os que faltam a gente procura nas feiras onde encontramos livros bem conservados. Essa é uma prática de redução de gastos que veio para ficar, além de ser ecologicamente correta”, afirma o funcionário público Jerônimo Sérgio da Silva.</p>
<div><img title="“A economia é a base da prosperidade', diz Jerônimo (Foto: Marina Fontenele/G1 SE)" src="http://s2.glbimg.com/ULiSei402hzrPheCzfnur3LaRkw4ecIr45EUtt6hdC5Ioz-HdGixxa_8qOZvMp3w/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/01/07/dsc_1309.jpg" alt="“A economia é a base da prosperidade', diz Jerônimo (Foto: Marina Fontenele/G1 SE)" width="300" height="225" />&#8220;</div>
<div></div>
<div><strong>A economia é a base da prosperidade&#8217;, diz<br />
Jerônimo </strong></div>
<p>Veja a lista de outras pessoas que fazem feiras em diferentes bairros da capital sergipana:<br />
- Rua 19, 66, Conjunto Santa Lúcia. Contato: 3042-6735, 8844-8573 (Mércia).<br />
- Av. Cesartina Régis, 215 A, bairro Jabotiana (Avenida Principal do Conjunto Sol Nascente). Contato: 3042-0442, 3217-5924, 9858-8772, 8837-5875 (Denise).<br />
- Rua Augusto César Leite, 18, bairro Grageru (Gilka).<br />
- Rua Luiz Cordeiro Morais, 855, bairro Luzia. Contato: 3231-3768, 8826-1501,9982-2420.<br />
- Rua Construtor Genival Maciel, 730, bairro Coroa do Meio. Contato: 3043-5535, 9968-6625 (Marise).<br />
- Rua Manoel Santos Silva, 54, Conjunto Castelo Branco, bairro Ponto Novo. Contato: 3259-4787, 9909-6318 (Josenildo).<br />
Publicado por <a href="http://g1.globo.com/se/sergipe/noticia/2013/01/feiras-de-livros-usados-sao-tradicao-em-aracaju-e-garantia-de-economia.html" target="_blank">G1 Sergipe</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Henry Charles Bukowski Jr, poeta e romancista, alemão e sua obra despudorada</title>
		<link>http://www.oficinadelivros.com.br/blog/?p=4101&#038;utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=henry-charles-bukowski-jr-poeta-e-romancista-alemao-e-sua-obra-despudorada</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 11:56:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>oficinadelivros</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há 19 anos falecia Charles Bukowski. A imagem mostra uma das suas famosas leituras públicas em universidades. Henry Charles Bukowski Jr foi um poeta e romancista nascido na Alemanha. Sua obra despudorada, com descrições de porres e relacionamentos fugazes, fascinaram gerações. Um lar desestruturado e a humilhação de ter um...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.oficinadelivros.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/03/0000-22.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-4104" title="0000 2" src="http://www.oficinadelivros.com.br/blog/wp-content/uploads/2013/03/0000-22-300x172.jpg" alt="" width="300" height="172" /></a></strong></p>
<p><strong>Há 19 anos falecia Charles Bukowski. A imagem mostra uma das suas famosas leituras públicas em universidades.</strong><br />
<strong>Henry Charles Bukowski Jr foi um poeta e romancista nascido na Alemanha. Sua obra despudorada, com descrições de porres e relacionamentos fugazes, fascinaram gerações.</strong></p>
<p><strong>Um lar desestruturado e a humilhação de ter um rosto deformado levaram-no a fugir de casa. Foi quando descobriu duas coisas que tornaram a sua vida suportável: o álcool e os livros. Iniciou então uma vida errante, bebendo e escrevendo freneticamente. </strong></p>
<p><strong>Elementos como repulsa, nojo, ódio, amor, paixão e melancolia inspiraram Bukowski, que passou a vida no submundo dos Estados Unidos. Mostrava em cada texto seu um pouco da vida do &#8220;Velho Safado&#8221;.</strong></p>
<p><strong>Fazia uso da simplicidade dos fatos corriqueiros, convertendo o cotidiano em obra de arte. Bukowski transitava em um mundo atormentado e distorcido, fora dos padrões de comportamento. </strong></p>
<p><strong>Sua obra repercutiu tanto que algumas foram adaptadas para o cinema. Inclusive, o próprio Bukowski recebeu convites para escrever roteiros, apesar de assumir que não gostava de filmes.</strong></p>
<p><strong>Por anos, uma de suas principais atividades foi a leitura pública de suas poesias em universidades e eventos culturais. Sua leitura debochada às vezes provocava escândalos e brigas com a plateia. Já nos anos 1980, Bukowski desfrutou de certa fama. Morreu de leucemia aos 73 anos e em seu túmulo se lê &#8220;Don&#8217;t Try&#8221; (Não Tente)</strong></p>
<p><strong>Surgiram herdeiros do estilo ácido e cafajeste de sua linguagem, porém poucos vivenciaram e permaneceram com naturalidade na sarjeta como Bukowski, fazendo dela, sua fonte de inspiração. De todo aquele inferno imundo e fedido, ele fez o seu paraíso. Afinal, segundo ele próprio explicando a escolha dessa profissão: “Sou um alcoólatra que virou escritor para ficar na cama até o meio-dia”.</strong></p>
<p>Texto de Diego Vieira<br />
Administração Imagens Históricas</p>
<p>Texto de Diego Vieira<br />
Administração Imagens Históricas</p>
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